Gastronomie

Cacau e café

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História do Cacau

As roças são parte integrante da história de São Tomé há mais de 150 anos. Recentemente, o romance «Equador», do escritor português Miguel Sousa Tavares, trouxe-as para a ordem do dia, ainda que a muitas delas se encontrem inactivas. 

Em 1819, os portugueses trouxeram a planta original do cacau da Bahia para São Tomé. O cacau deu-se tão bem nestas ilhas que, no final do século XIX, São Tomé e Príncipe passou a ser o maior produtor mundial de cacau. No auge do ciclo, havia mais de 70 roças em laboração contínua, empregando milhares de trabalhadores-escravos.

Roça Sundy

História do café

Café Intenso com sabores Cítricos e aromas Florais

O café de São Tomé e Príncipe é uma das bebidas mais sensacionais que desperta a quem consome. O café foi introduzido nas ilhas em 1787, com a colonização das ilhas de São Tomé e Príncipe, numa altura em que não viviam nas ilhas mais do que 7054 nativos crioulos. 

Introduziu-se o café a partir do Brasil (foram introduzidas duas espécies: o arábica, cultivado nas regiões de média altitude, e o Libéria, cultivado na metade sul da ilha e noutras manchas para leste. 

Atualmente a sociedade francesa Malongo em parceria com os pequenos agricultores da região de Monte Café, abriram uma nova era para a cultura de café para produção e exportação do café, a sociedade promoveu com sucesso toneladas do produto no mercado francês.

O café santomense é considerado um dos melhores cafés do mundo, com sabor e aromas intenso, acredite vale a pena provar. Se você procura um óptimo café e ainda aprender sobre ele, aposte em são Tomé e Príncipe.

cacao sao tome
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